sexta-feira, 3 de julho de 2015

6ª Aula – Diário sonoro

Nessa aula discutimos sobre os textos O som e o sentido e Poluição sonora. Como também, para min que não tive contato com instrumentos musicais ou músicos, desconhecia sobre o ouvido absoluto que foi comentado em aula. O qual esse dom, consiste na capacidade que uma pessoa tem de formar uma imagem auditiva interna de qualquer tom musical marcado por uma nota, podendo identifica-la e reproduzi-la em um instrumento. Como curiosidade foi nos apresentado o site http://www.ouvidoabsoluto.com.br/ para que possa testar e treinar o seu ouvido.
Realizamos um trabalho em grupo de gravar, em algum lugar da universidade, o som por cerca de 10 minutos. Essa atividade criou uma inquietação em todos integrantes do meu grupo devido à necessidade de ficar em silencio para que os sons fossem gravados no celular e as nossas vozes não interferisse. Essa inquietação foi expressa em gestos um com o outro, andar de lado a lado até que decidimos nos afastar para conversar até que o tempo fosse cumprido. Nunca tinha me atentado pela dificuldade em ficar em silencio até essa atividade. O que demonstra a necessidade do ser humano em se comunicar com o próximo.


Através da gravação elaboramos o seguinte gráfico, exemplificando quais sons que foram ouvidos e em qual tempo: 


As fotos abaixo são os gráficos que exemplificam o meus áudios nos três momentos:


● Primeiro momento 



● Segundo momento


● Terceiro momento



Resenha referente ao primeiro capítulo do livro O som e o sentido: Uma outra história das músicas e do artigo Poluição Sonora como crime ambiental:

 Som, ruído e suas peculiaridades
O som é originado de uma onda o qual é a variação periódica de uma grandeza física sendo ela composta por crista, vale, nível médio, amplitude, comprimento, período e frequência. Essas são as características diferenciadoras de cada onda. Ou seja, de acordo a sua especificidade tem-se a produção de um som próprio. O primeiro capítulo do livro O som e o sentido: Uma outra historia das musicas de José Miguel Wisnik e o artigo Poluição sono como crime ambiental extraído do Jus Navigandi, tratam sobre o som e suas qualificações e efeitos na vida.
              A onda longitudinal se repete em impulsos e repousos dentro de certa frequência exprimindo o som que será registrado pelo tímpano auditivo com a presença e ausência do som. Como dito no livro ‘‘Não há som sem pausa. ’’. Esse capitulo aborda também a presença das ondas alfas, os quais são ondas cerebrais diferentes, que são emitidas em diferentes estados de consciência. Através desse conhecimento pode ser utilizados métodos, com o uso de ondas nas frequências corretas, como formas de relaxamento de estado.                                   
O nosso corpo apresenta limitações quanto a percepção de diferentes ondas.  As frequências audíveis pelo ouvido humano ficam entre 15Hz e 20KHz, podendo variar de acordo a sensibilidade de cada ser. Dentro desta faixa encontram-se a voz humana, instrumentos musicais e alto-falantes. Outro exemplo são os cachorros que são animais que conseguem ouvir ondas abaixo de 15HZ.                                                                                                                           
É importante sabermos também, a diferenciação entre o som e ruído. O som é a recorrência periódica e produção de constância, já o ruído é uma perturbação relativa da estabilidade, superposição de pulsos complexos, defasados. Ou seja, o ruído é o som que desorganiza o meio ou um barulho incoerente com o meio.                                                                             
Assim, justando o significado do ruído que é expresso no livro com o artigo, compreende-se a causa da poluição sonora. O artigo apresenta, fundamentado em leis, a importância da preservação da sonoridade do meio, preservando a flora e a fauna.                     
No mesmo, tem-se a exemplificação dos promovedores do distúrbio sonoro que são: bares e casas noturnas, aeroportos, indústrias, veículos automotores, eletrodomésticos e o meio ambiente do trabalho. Esses são vistoriados pela CONAMA, conselho nacional do meio ambiente, responsável pelo estabelecimento de padrões sonoros compatíveis com o meio ambiente e a qualidade de vida. Logo, como determinado pela lei o nível de ruído deve ser de, no máximo, 50 decibéis.                                                                                                                                        
A exigência para o controle do ruído deve-se aos efeitos colaterais por ele provocados, lentamente, causando estresse, distúrbios físicos, mentais e psicológicos, insônia e problemas auditivos. E em longo prazo, tem se o aumento da pressão arterial, paralisação do estomago e intestino entre outras. Afinal, como dito no artigo ‘‘O ouvido é o único sentido que jamais descansa, sequer durante o sono.’’.                                                                                                   
Demostra-se assim a necessidade da pratica das leis como a do artigo 42 da lei de contravenção penal quando causar perturbação a tranquilidade das pessoas e o artigo 59 da lei de crimes ambientais para a conservação do meio ambiente como um todo. Preservando a vida dos animais e a saúde dos seres humanos. 

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