Nessa aula
discutimos sobre os textos O som e o sentido e Poluição sonora. Como também,
para min que não tive contato com instrumentos musicais ou músicos, desconhecia
sobre o ouvido absoluto que foi comentado em aula. O qual esse dom, consiste na
capacidade que uma pessoa tem de formar uma imagem auditiva interna de qualquer
tom musical marcado por uma nota, podendo identifica-la e reproduzi-la em um
instrumento. Como curiosidade foi nos apresentado o site http://www.ouvidoabsoluto.com.br/
para que possa testar e treinar o seu ouvido.
Realizamos um
trabalho em grupo de gravar, em algum lugar da universidade, o som por cerca de
10 minutos. Essa atividade criou uma inquietação em todos integrantes do meu
grupo devido à necessidade de ficar em silencio para que os sons fossem
gravados no celular e as nossas vozes não interferisse. Essa inquietação foi
expressa em gestos um com o outro, andar de lado a lado até que decidimos nos
afastar para conversar até que o tempo fosse cumprido. Nunca tinha me atentado
pela dificuldade em ficar em silencio até essa atividade. O que demonstra a
necessidade do ser humano em se comunicar com o próximo.
Através da gravação elaboramos o seguinte
gráfico, exemplificando quais sons que foram ouvidos e em qual tempo:
As fotos
abaixo são os gráficos que exemplificam o meus áudios nos três momentos:
● Primeiro momento
● Segundo momento
● Terceiro momento
Resenha referente ao primeiro capítulo do livro O som e o
sentido: Uma outra história das músicas e do artigo Poluição Sonora como crime
ambiental:
O som é originado de uma onda o
qual é a variação periódica de uma grandeza física sendo ela composta por
crista, vale, nível médio, amplitude, comprimento, período e frequência. Essas são
as características diferenciadoras de cada onda. Ou seja, de acordo a sua especificidade
tem-se a produção de um som próprio. O primeiro capítulo do livro O som e o
sentido: Uma outra historia das musicas de José Miguel Wisnik e o artigo Poluição
sono como crime ambiental extraído do Jus Navigandi, tratam sobre o som e suas qualificações
e efeitos na vida.
A onda longitudinal se repete em impulsos e repousos dentro de certa frequência exprimindo o som que será registrado pelo tímpano auditivo com a presença e ausência do som. Como dito no livro ‘‘Não há som sem pausa. ’’. Esse capitulo aborda também a presença das ondas alfas, os quais são ondas cerebrais diferentes, que são emitidas em diferentes estados de consciência. Através desse conhecimento pode ser utilizados métodos, com o uso de ondas nas frequências corretas, como formas de relaxamento de estado.
A onda longitudinal se repete em impulsos e repousos dentro de certa frequência exprimindo o som que será registrado pelo tímpano auditivo com a presença e ausência do som. Como dito no livro ‘‘Não há som sem pausa. ’’. Esse capitulo aborda também a presença das ondas alfas, os quais são ondas cerebrais diferentes, que são emitidas em diferentes estados de consciência. Através desse conhecimento pode ser utilizados métodos, com o uso de ondas nas frequências corretas, como formas de relaxamento de estado.
O
nosso corpo apresenta limitações quanto a percepção de diferentes ondas. As frequências audíveis pelo ouvido humano
ficam entre 15Hz e 20KHz, podendo variar de acordo a sensibilidade de cada ser.
Dentro desta faixa encontram-se a voz humana, instrumentos musicais e
alto-falantes. Outro exemplo são os cachorros que são animais que conseguem
ouvir ondas abaixo de 15HZ.
É
importante sabermos também, a diferenciação entre o som e ruído. O som é a recorrência
periódica e produção de constância, já o ruído é uma perturbação relativa da
estabilidade, superposição de pulsos complexos, defasados. Ou seja, o ruído é o
som que desorganiza o meio ou um barulho incoerente com o meio.
Assim,
justando o significado do ruído que é expresso no livro com o artigo,
compreende-se a causa da poluição sonora. O artigo apresenta, fundamentado em
leis, a importância da preservação da sonoridade do meio, preservando a flora e
a fauna.
No mesmo,
tem-se a exemplificação dos promovedores do distúrbio sonoro que são: bares e
casas noturnas, aeroportos, indústrias, veículos automotores, eletrodomésticos e
o meio ambiente do trabalho. Esses são vistoriados pela CONAMA, conselho
nacional do meio ambiente, responsável pelo estabelecimento de padrões sonoros compatíveis
com o meio ambiente e a qualidade de vida. Logo, como determinado pela lei o nível
de ruído deve ser de, no máximo, 50 decibéis.
A
exigência para o controle do ruído deve-se aos efeitos colaterais por ele
provocados, lentamente, causando estresse, distúrbios físicos, mentais e psicológicos,
insônia e problemas auditivos. E em longo prazo, tem se o aumento da pressão arterial,
paralisação do estomago e intestino entre outras. Afinal, como dito no artigo ‘‘O
ouvido é o único sentido que jamais descansa, sequer durante o sono.’’.
Demostra-se assim
a necessidade da pratica das leis como a do artigo 42 da lei de contravenção penal
quando causar perturbação a tranquilidade das pessoas e o artigo 59 da lei de
crimes ambientais para a conservação do meio ambiente como um todo. Preservando
a vida dos animais e a saúde dos seres humanos.




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